O livro "Dulce - A boneca cangaceira de Deus" é uma biografia de Dulce Menezes dos Santos antiga integrante do bando de Lampião, sobrevivente de Angico e a última cangaceira, ainda viva.
Na reportagem da TV Alterosa (Minas Gerais) constante nesse vídeo o autor do livro, Sebastião Pereira Ruas "Tião Ruas", fala um pouco sobre a sua obra e faz a apresentação para o grande público.
Quem desejar adquirir o livro é só entrar em contato através dos telefones:
Hoje (23/05/2019) quem está fazendo aniversário é a Dona Dulce Menezes dos Santos a última cangaceira do bando de Lampião, sobrevivente de Angico, ainda viva. Noventa e seis anos do último elo da história do cangaço lampiônico.
Quero desejar à dona Dulce Menezes muitos anos de vida com saúde e paz e que essa data venha a se repetir por muitos anos, porque enquanto ela viver a chama da história cangaceira permanecerá acesa.
Feliz Aniversário minha querida e muito obrigado por tudo aquilo que você e seus filhos, principalmente a Martha L. Anastácio Menezes, tem me proporcionado em relação a amizade e ao aprofundamento do conhecimento sobre sua vida durante e após o cangaço.
Meus parabéns.
Vida longa.
Ladeando dona Dulce Menezes está sua filha Martha Menezes Marthinha e o "curioso" e "catador de palavras" Geraldo Antônio De Souza Júnior.
TEM VÍDEO NOVO CHEGANDO LÁ NO CANAL CANGAÇOLOGIA (YouTube).
Uma entrevista exclusiva com Dulce Menezes dos Santos a última cangaceira do bando de Lampião, sobrevivente de Angico, ainda viva.
Dulce Menezes dos Santos foi retirada do ambiente familiar contra sua vontade aos 14 anos de idade e forçada a acompanhar um cangaceiro do bando de Lampião conhecido como Criança (Vitor Rodrigues Lima), integrante do subgrupo liderado pelo cangaceiro Zé Sereno (José Ribeiro Filho), grupo pertencente ao bando de Lampião.
Durante aproximadamente sete meses, Dulce Menezes acompanhou o bando em companhia do seu "companheiro" e esteve presente em Angico na ocasião do ataque da Força Policial Volante alagoana ao bando, onde forma mortos onze cangaceiros, incluindo o casal Lampião e Maria Bonita, além de um soldado pertencente a Força policial, morto durante o confronto.
Dulce e Criança foram alguns dos cangaceiros que conseguiram escapar do ataque e sobreviver ao cangaço.
Pouco tempo após a morte de Lampião alguns dos remanescentes do bando começaram a se entregar às autoridades e foram agraciados com a anistia presidencial concedida pelo então presidente Getúlio Vargas, obtendo a liberdade definitiva e o perdão pelos atos cometidos durante o tempo em que estiveram na lida da canga.
Dulce ainda acompanhou o cangaceiro durante algum tempo após ter deixado o cangaço, porém se separaram pouco tempo depois e seguiram rumos diferentes.
Dulce Menezes dos Santos completará noventa e seis anos de idade no próximo dia 23 de maio de 2019, sendo a última sobrevivente de Angico e a última testemunha ocular dos acontecimentos que acarretaram na morte de Lampião e parte de seu bando, na manhã fria do dia 28 de julho de 1938, na Grota do Angico em Sergipe.
Nesse documentário vocês terão acesso a uma entrevista exclusiva concedida ao nosso canal, com essa "peça" legítima da nossa história e conhecerão alguns fatos e acontecimentos que foram por ela presenciados durante o período em que esteve integrada ao cangaço.
Ao final deixem seus Likes e suas opiniões, críticas e sugestões.
Meus agradecimentos em especial a Martha L. Anastácio Menezes, filha de dona Dulce Menezes dos Santos, sem a qual não teríamos conseguido realizar esse trabalho e a todos vocês que fazem do nosso canal uma referência sobre o assunto.
Dulce Menezes dos Santos nasceu no estado de Sergipe no dia 23 de maio de 1923. Aos 14 anos de idade foi retirada do ambiente familiar e levada contra sua vontade por um cangaceiro chamado Criança III (Vitor Rodrigues Lima), pertencente ao subgrupo liderado pelo cangaceiro Zé Sereno (José Ribeiro Filho), ambos subordinados a Lampião.
No dia 28 de julho de 1938 na ocasião em que a Força Policial Volante alagoana, que tinha o comando do então Tenente João Bezerra da Silva, atacou o coito onde os cangaceiros estavam acampados há aproximadamente uma semana, Dulce e seu companheiro estavam presentes e mesmo diante de intensa fuzilaria, conseguiram escapar ilesos, sem serem atingidos, fato que não ocorreu com onze de seus confrades de cangaço, inclusive Lampião e Maria Bonita, que foram mortos durante o ataque. Pegos de surpresa os cangaceiros não tiveram tempo para organizar um contra-ataque e uma tímida troca de tiros teve início, sendo logo sufocada pelo intenso e organizado ataque militar.
Finalizado o ataque foram contabilizados doze mortos, sendo, onze cangaceiros, incluindo Lampião e Maria Bonita e um soldado chamado Adrião Pedro de Souza, integrante da tropa comandada pelo Aspirante Francisco Ferreira de Melo.
Chegava ao fim o reinado do maior e mais temido cangaceiro de todos os tempos.
Com a morte de Lampião a vida do cangaço perdeu o sentido. Não havia mais um grande líder para organizar e manter a unidade entre os "Cabras". Fugir ou se entregar para as autoridades em busca de uma possível garantia de vida eram as únicas opções naquele momento. O cangaço iniciava sua derrocada.
Dulce e Criança a exemplo de tantos outros cangaceiros resolveram se entregar às autoridades e pouco tempo depois obtiveram o indulto (Perdão) presidencial, concedido pelo então presidente Getúlio Vargas.
Após obter a liberdade o casal cangaceiro resolve abandonar o Nordeste e seguir em direção à região sudeste do país, passando primeiro pelo estado da Bahia onde trabalharam em fazendas da região como forma de obter recursos financeiros para seguir adiante na jornada em direção ao estado de Minas Gerais. Chegando à Minas Gerais foram acolhidos pelo fazendeiro Antônio Anastácio (Jacó), na cidade de Jordânia no referido estado.
Nesse meio tempo Dulce e Criança se separam e seguem caminhos opostos.
Dulce Menezes, que tinha dois filhos com o cangaceiro permanece em Jordânia/MG e passa a conviver com Jacó, com quem teve dezoito filhos. Criança III (Vitor Rodrigues Lima), com a guarda dos dois filhos, segue para o estado de São Paulo, onde veio a falecer no dia 28 de julho de 1997, ocasião em que se completava 59 anos da morte de Lampião.
Dulce Menezes dos Santos completará noventa e seis anos no próximo dia 23 de maio de 2019 e atualmente ela é a última sobrevivente de Angico e a última cangaceira, ainda viva.
Agradeço a dona Dulce Menezes dos Santos e a sua filha Martha L. Anastácio Menezes, por nos receber em sua residência e nos proporcionar, além de entrevistas e depoimentos sensacionais, uma calorosa e acolhedora recepção, sem esquecer também de agradecer a presença dos amigos; José Francisco Gomes de Lima, Neli Maria da Conceição “Lili cangaceira”, filha do casal de cangaceiros Moreno e Durvinha e a amiga Rosália Pereira da Silva, que estiveram presentes durante o encontro ocorrido na cidade de Campinas no interior do estado de São Paulo.
Meus agradecimentos a todos e desejo vida longa com saúde e lucidez para dona Dulce Menezes dos Santos a última testemunha dos acontecimentos de Angico.
Geraldo Antônio de Souza Júnior
Chegando à cidade de Campinas/SP com o amigo José Francisco Gomes de Lima.
Sentadas: Dulce Menezes dos Santos e sua filha Martha L. Anastácio Menezes.
Em pé da esquerda para a direita: Geraldo Antônio de Souza Júnior (Cangaçologia), Neli Maria da Conceição, filha do casal cangaceiro Moreno e Durvinha e José Francisco Gomes de Lima. Sentadas: Dulce Menezes dos Santos e sua filha Martha L. Anastácio Menezes.
Em pé: Neli Maria da Conceição e José Francisco Gomes de Lima.
Com Marta L. Anastácio Menezes filha de Dulce Menezes dos Santos.
Neli Maria da Conceição "Lili cangaceira" filha do casal cangaceiro Moreno e Durvinha.
Rosália Pereira da Silva. Amiga da família do casal cangaceiro Moreno e Durvinha e uma das pessoas responsáveis por cuidar do casal durante seus últimos anos de vida.
Martha L. Anastácio Menezes durante entrevista para o canal Cangaçologia (YouTube).
Dulce Menezes autografando o livro que apresenta a sua biografia.
As páginas CANGAÇOLOGIA (Canal YouTube / Blog / Comunidade e Grupo (Facebook) e seus participantes/seguidores, saudados e "abençoados" por dona Dulce Menezes dos Santos, a última integrante do bando de Lampião, ainda viva.
O canal Cangaçologia deseja a dona Dulce Menezes dos Santos muitos anos de vida com saúde e paz.
Nossos sinceros agradecimentos e reconhecimento por ser parte viva e importante da história que tanto perseguimos.
Em breve aqui no Canal Cangaçologia a entrevista na íntegra.
Hoje (03/05/2019) tive um dia prazeroso ao lado dos amigos: José Francisco, Rosália Pereira, Neli Maria da Conceição filha do casal cangaceiro Moreno e Durvinha e ao lado de dona Dulce Menezes dos Santos (Foto) a última cangaceira do bando de Lampião, ainda viva, e de sua filha Marta Menezes (Foto), durante visita que realizamos em sua residência localizada na cidade de Campinas/SP.
Além de inúmeras fotos, realizei algumas gravações que em breve, após serem editadas, serão exibidas no canal Cangaçologia (YouTube).
Muita água vai rolar embaixo dessa ponte. Todos na tocaia.
Boa noite, Cabroeira.
Geraldo Antônio de Souza Júnior
Dulce Menezes dos Santos e sua filha Martha Menezes dos Santos.
Lá se vão quase oitenta anos da morte de Lampião e dona Dulce Menezes dos Santos a última testemunha viva dos acontecimentos de Angico, permanece lúcida e forte como uma Quixabeira no auge de seus noventa e quatro anos de idade.
Em breve sua biografia estará sendo lançada.
A história ainda vive.
Na fotografia abaixo está Martha Menezes Ruas (Filha) e dona Dulce Menezes.
Geraldo Antônio de Souza Júnior
Martha Menezes (Filha) e dona Dulce Menezes dos Santos