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terça-feira, 1 de maio de 2018

DOCUMENTÁRIO

ANTÔNIO SILVINO - O RIFLE DE OURO - AS ORIGENS. 

Nessa segunda parte do documentário "Cangaceiro Antônio Silvino - O Rifle de Ouro - As origens" o senhor Natalício Ramos de Souza sobrinho de Desidério Ramos mentor do assassinato do afamado valentão Pedro Baptista Rufino de Almeida o "Batistão" pai do célebre cangaceiro Antônio Silvino, narra algumas das histórias que envolveram antigos membros de sua família com o temível cangaceiro Antônio Silvino. 

Segredos e histórias conhecidas somente no ambiente familiar e que vem sendo passadas de geração em geração e que agora estão sendo resgatadas, registradas em vídeos e levadas ao conhecimento dos interessados e estudiosos do tema cangaço. 

Histórias como essas que vocês conhecerão ao assistir esse documentário. 

Geraldo Antônio de Souza Júnior

sábado, 21 de abril de 2018

DOCUMENTÁRIO

ANTÔNIO SILVINO - O RIFLE DE OURO

Entrevista com Natalício Ramos de Souza residente no Sítio Curral Velho dos Ramos no município de Afogados da Ingazeira no estado de Pernambuco, membro da família Ramos e sobrinho de Desidério Ramos inimigo pessoal e principal articulador do assassinato de Pedro Baptista Rufino de Almeida o afamado valentão conhecido como "Batistão" pai do célebre cangaceiro Antônio Silvino. 

Na entrevista a seguir o senhor Natalício Ramos de Souza fala sobre o surgimento e o desenrolar das questões envolvendo seus familiares e o afamado cangaceiro Antônio Silvino o “Rifle de Ouro”.



Geraldo Antônio de Souza Júnior

sábado, 14 de abril de 2018

A PRISÃO DE ANTÔNIO SILVINO O "RIFLE DE OURO".


A prisão do cangaceiro Antônio Silvino efetuada por um destacamento da policia pernambucana comandado pelo então Alferes Theophanes Ferraz Torres, foi recebida com euforia e contentamento pela população sertaneja do Nordeste e principalmente pelos poderosos e autoridades constituídas da época.

Os jornais passaram a estampar em suas páginas caricaturas do cangaceiro comparando-o a um tigre feroz e sanguinário finalmente subjulgado e fora de combate.

A prisão do “Rifle de Ouro” apelido pelo qual Antônio Silvino também era conhecido, durante determinado período de tempo trouxe as populações sertanejas uma falsa sensação de tranquilidade, mesmo em um sertão infestado de cangaceiros, jagunços e bandidos comuns, pois alguns anos depois surgiria no cangaço nordestino um nome ainda mais temível que faria com quê os feitos de Antônio Silvino parecessem contos de fadas. Virgolino Ferreira da Silva vulgo Lampião.

Nas quebradas do sertão.

Fonte da imagem: O Malho.

Geraldo Antônio de Souza Júnior



terça-feira, 9 de janeiro de 2018

ANTÔNIO SILVINO - AS ORIGENS

Umbuzeiro centenário localizado nos fundos da casa do sítio Curral Velho dos Ramos no atual município pernambucano de Carnaíba. Pertencente à família Ramos inimiga de Batistão e de seu filho Antônio Silvino.

Por trás desse velho umbuzeiro em meio ao mato foi por onde chegou um rapaz da família Ramos, possuidor de retardo mental, pouco tempo após ter sido açoitado por Batistão Batistão (Pedro Baptista Rufino de Almeida) pai do célebre cangaceiro Antônio Silvino (Manoel Batista de Morais). Por conta de uma suposta dívida não paga Batistão teria feito o jovem se despir e passar embaixo de sua burra (Égua) por três vezes e ao final obrigou o jovem a pedir a benção ao animal.

O velho umbuzeiro fica localizado nos fundos da casa do sítio Curral Velho dos Ramos (Carnaíba/PE) e foi nesse local por onde o citado rapaz ao sítio, após ter sido liberado por Batistão e caminhar pelado por entre os matos. Em meio ao mato atrás dp umbuzeiro o rapaz pediu ajuda para dona Guilhermina Ramos de Souza esposa de Oscar Cordeiro Ramos, moradores da casa na época do ocorrido. Oscar Cordeiro Ramos era irmão de Desidério Ramos que viria ser, juntamente com comparsas, o matador de Batistão. Na época dos acontecimentos residiam na casa da fazenda dona Guilhermina Ramos de Souza e seu esposo Oscar Cordeiro Ramos, sendo a propriedade pertencente a Desidério Ramos.

A humilhação praticada por Batistão contra o rapaz desencadeou a fúria de toda a família Ramos que pouco tempo depois vingou a desfeita feita por Batistão contra a honra do jovem e de toda a família. Batistão é assassinado no dia 03 de janeiro de 1897, na cidade de Afogados da Ingazeira em Pernambuco, por Desidério Ramos e comparsas.

O velho umbuzeiro e a casa localizada no sítio Curral Velho dos Ramos, na zona rural de Carnaíba no estado de Pernambuco, ainda hoje permanecem no local resistindo ao tempo e como testemunhas estáticas de acontecimentos tenebrosos que mudaram os rumos da história do Nordeste e fez surgir no cangaço nordestino um nome que seria temido, respeitado e que ecoaria além dos séculos. Antônio Silvino.

Em breve estarei publicando uma entrevista com o senhor Natalício Ramos de Souza, sobrinho de Desidério Ramos por parte de pai, filho de dona Guilhermina Ramos de Souza e Oscar Cordeiro Ramos. A entrevista foi realizada pelo amigo/pesquisador Valdenilton Souza da Silva.

Imperdível.

Grato pela compreensão de todos.

Foto: Valdenilton Souza da Silva


Geraldo Antônio de Souza Júnior


segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

ANTÔNIO SILVINO O "RIFLE DE OURO".

NO DIA 02 DE DEZEMBRO DE 1914...

... O Jornal do Recife publicava em sua capa uma matéria falando sobre a prisão do afamado cangaceiro Antônio Silvino com o seguinte tema:


ODYSSÉA DE UM BANDIDO - PRISÃO DE ANTÔNIO SILVINO.


Antônio Silvino foi preso no dia 28 de novembro de 1914, após ter sido baleado e posteriormente capturado por uma Força Volante comandada pelo bravo pernambucano, Theophanes Ferraz Torres.

Antônio Silvino foi o mais afamado e temido cangaceiro antes da chegada de Lampião. Seu nome ecoava pelos sertões causando um misto de medo, ódio e admiração. Foi um cangaceiro que tinha como alvo principal os grandes fazendeiros (Empresários) e os governos e ao contrário de tantos outros cangaceiros zelou pela honra e integridade física e moral das famílias sertanejas de um modo geral.

Devido sua destreza e habilidade no manejo de espingardas ganhou o apelido de o "Rifle de Ouro", tendo sido inclusive o primeiro cangaceiro a ser denominado pelos jornais da época como o "Governador do Sertão", título que seria repassado a Lampião alguns anos depois.

A fotografia anexada a essa matéria foi registrada pelo Jornal do Recife, pouco tempo após sua prisão.

Geraldo Antônio de Souza Júnior