Acervo: Rubens Antônio (Cangaço na Bahia).
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quinta-feira, 20 de junho de 2019
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
RESGATE ICONOGRÁFICO.
RESGATANDO A HISTÓRIA CANGACEIRA.
Uma fotografia de um personagem da história cangaceira que era até então desconhecida foi recentemente localizada pelo incansável e inquieto escritor e pesquisador Rubens Antônio (Salvador/BA).
Trata-se da fotografia do Volante baiano Odonel Francisco da Silva, que teve participação decisiva em ao menos dois importantes combates contra Lampião e seu bando em solo baiano, entre os anos de 1929/1930, tendo destaque no Combate das Abóboras ocorrido no dia 04 de janeiro de 1929, ocasião em que foi morto o cangaceiro Mergulhão I (Antônio Juvenal da Silva).
Por: Rubens Antônio
“Odonel Francisco da Silva.
Após mais de uma década de busca, localizei uma imagem, do oficial Odonel Francisco da Silva. Torno-a pública.
Pernambucano, nascido em agosto de 1903, a partir da sua entrada na Força Pública da Bahia, aos 19 anos de idade, em 1918, como soldado, ascendeu rapidamente.
Era anspeçada, em 1922; cabo d'esquadra, em 1923; 3° sargento, em janeiro de 1925; 2° sargento, em dezembro de 1925, 2° tenente em 1927.
Destacou-se liderando pelotões volantes baianos, especialmente em dois fogos, contra o bando de Lampeão:
- 04 de janeiro de 1929, em Abóboras, então, no município de Jaguarari, atualmente, pertencente ao município de Juazeiro, na Bahia.
- 25 de março de 1930, na fazenda Favella, no município de Juazeiro, Bahia.
Com a revolução de 1930, foi afastado do combate ao cangaço.
À frente de um pelotão, marchou contra a rebelião dos índios Aricobé, em novembro de 1933.
Chegou a 1° tenente, em 1939, e a capitão, em 1945. Passou à reserva em outubro do mesmo ano. Fixara-se na cidade de Barreiras. Nesta faleceu em, outubro de 1953, aos 50 anos de idade”.
Fica o registro.
Geraldo Antônio de Souza Júnior
Uma fotografia de um personagem da história cangaceira que era até então desconhecida foi recentemente localizada pelo incansável e inquieto escritor e pesquisador Rubens Antônio (Salvador/BA).
Trata-se da fotografia do Volante baiano Odonel Francisco da Silva, que teve participação decisiva em ao menos dois importantes combates contra Lampião e seu bando em solo baiano, entre os anos de 1929/1930, tendo destaque no Combate das Abóboras ocorrido no dia 04 de janeiro de 1929, ocasião em que foi morto o cangaceiro Mergulhão I (Antônio Juvenal da Silva).
Por: Rubens Antônio
“Odonel Francisco da Silva.
Após mais de uma década de busca, localizei uma imagem, do oficial Odonel Francisco da Silva. Torno-a pública.
Pernambucano, nascido em agosto de 1903, a partir da sua entrada na Força Pública da Bahia, aos 19 anos de idade, em 1918, como soldado, ascendeu rapidamente.
Era anspeçada, em 1922; cabo d'esquadra, em 1923; 3° sargento, em janeiro de 1925; 2° sargento, em dezembro de 1925, 2° tenente em 1927.
Destacou-se liderando pelotões volantes baianos, especialmente em dois fogos, contra o bando de Lampeão:
- 04 de janeiro de 1929, em Abóboras, então, no município de Jaguarari, atualmente, pertencente ao município de Juazeiro, na Bahia.
- 25 de março de 1930, na fazenda Favella, no município de Juazeiro, Bahia.
Com a revolução de 1930, foi afastado do combate ao cangaço.
À frente de um pelotão, marchou contra a rebelião dos índios Aricobé, em novembro de 1933.
Chegou a 1° tenente, em 1939, e a capitão, em 1945. Passou à reserva em outubro do mesmo ano. Fixara-se na cidade de Barreiras. Nesta faleceu em, outubro de 1953, aos 50 anos de idade”.
Fica o registro.
Geraldo Antônio de Souza Júnior
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| Odonel Francisco da Silva |
domingo, 17 de junho de 2018
O ADEUS AO PROFESSOR-CANGACEIRO JOSÉ ROMERO ARAÚJO CARDOSO.
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| Professor José Romero Araújo Cardoso |
Semana passada conversamos por um longo tempo e fizemos planos para produzirmos em conjunto trabalhos sobre o cangaço... mas sem aviso prévio e sem se despedir o amigo cangaceirólogo e amante das coisas do nordeste Professor José Romero Araújo Cardoso, natural de Pombal no estado da Paraíba, nos deixou nessa última sexta-feira (15/06/2018) vitimado por problemas respiratórios, na cidade de Mossoró no estado do Rio Grande do Norte, onde residia.
A importância e a qualidade de seus trabalhos colocará seu nome para sempre nos anais da história cangaceira e do Nordeste brasileiro e servirá como base de consultas para essa e as futuras gerações de estudiosos dos temas supra citados.
Diante do acontecimento recuso-me a dizer "Adeus" e quero simplesmente dizer "Até Logo", pois acredito que um dia voltaremos a nos encontrar nos caminhos da eternidade e com o poema abaixo despeço-me desse grande ser humano e importante estudioso dos temas cangaço e Nordeste.
Vá com Deus Professor-Cangaceiro.
"A morte não é nada.
Eu somente passei
para o outro lado do Caminho.
Eu sou eu, vocês são vocês.
O que eu era para vocês,
eu continuarei sendo.
Me dêem o nome
que vocês sempre me deram,
falem comigo
como vocês sempre fizeram.
Vocês continuam vivendo
no mundo das criaturas,
eu estou vivendo
no mundo do Criador.
Não utilizem um tom solene
ou triste, continuem a rir
daquilo que nos fazia rir juntos.
Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.
Que meu nome seja pronunciado
como sempre foi,
sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra
ou tristeza.
A vida significa tudo
o que ela sempre significou,
o fio não foi cortado.
Porque eu estaria fora
de seus pensamentos,
agora que estou apenas fora
de suas vistas?
Eu não estou longe,
apenas estou
do outro lado do Caminho...
Você que aí ficou, siga em frente, a vida continua, linda e bela
como sempre foi." (Henry Scott Holland)
domingo, 4 de fevereiro de 2018
EM NOME DA HISTÓRIA.
CANGACEIRO DESCONHECIDO.
Mais um Cabra que teve seu nome apagado das linhas da história cangaceira.
Fotografia datada do ano de 1925. Localizada e pertencente ao acervo do pesquisador e escritor Rubens Antonio (Salvador/BA).
Fica o registro fotográfico para efeito de curiosidade.
Geraldo Antônio De Souza Júnior
Mais um Cabra que teve seu nome apagado das linhas da história cangaceira.
Fotografia datada do ano de 1925. Localizada e pertencente ao acervo do pesquisador e escritor Rubens Antonio (Salvador/BA).
Fica o registro fotográfico para efeito de curiosidade.
Geraldo Antônio De Souza Júnior
domingo, 24 de dezembro de 2017
LAMPIÃO NA BAHIA
COMBATE DA LAGOA DO MEL
No dia 24 de abril de 1931 Lampião e seu bando atacaram uma Força Policial Volante baiana comandada pelo Tenente Arsênio Alves de Souza. Os soldados foram atacados de surpresa enquanto descansavam próximo a um tanque (Lagoa do Mel) localizado na Fazenda Tanque do Touro que atualmente está anexada ao município baiano de Paulo Afonso.
No combate da Lagoa do Mel (Fazenda Tanque do Touro) foram mortos pelos cangaceiros, 13 soldados no local e outros três posteriormente, totalizando 16 baixas no efetivo da Força. O massacre não teve efeitos ainda maiores graças à ação rápida e eficaz do Tenente Arsênio Alves, que em meio aos tiros disparados pelos cangaceiros, conseguiu alcançar e disparar uma rajada da Metralhadora (Hotchkiss) contra os inimigos, afugentando-os por alguns instantes, dando assim tempo suficiente para que pudessem fugir do local. Ao ser disparado os tiros da metralhadora, que era algo novo para a época, um dos projéteis atingiu mortalmente Ezequiel Ferreira (Ponto Fino), pondo fim a vida do último irmão cangaceiro de Lampião. O Tenente Arsênio Alves antes de fugir retira uma das peças da metralhadora, deixando-a inutilizável.
Desde então uma versão que afirma que Lampião e seus homens teriam se utilizado de chocalhos de bodes para confundir os soldados e se aproximarem do local onde descansavam e atacá-los de surpresa, vem sendo repassada em livros, filmes, entre outros trabalhos sobre o gênero.
Agora fica a pergunta:
Teria realmente Lampião e seus comandados utilizado essa artimanha (Chocalhos) para se aproximarem dos soldados sem serem percebidos, quando na verdade o silêncio e o fator surpresa seriam a tática correta?
Vamos debater o assunto.
Vocês não acham que a utilização de chocalhos por parte dos cangaceiros teria ou poderia surtir um efeito contrário despertando a atenção da soldadesca em direção ao som emanado?
O fator surpresa sempre foi utilizado por Lampião no decorrer de sua vida contra seus inimigos. Porque nesse caso ele arriscaria chegar próximo ao inimigo que se encontrava fortemente armado, despertando sua atenção?
Outro fato interessante é que o ex-cangaceiro Ângelo Roque o “Labareda” afirmou em depoimento ao doutor Estácio de Lima, que a época era diretor do Instituto Médico Legal Dr. Nina Rodrigues em Salvador/BA, que os cangaceiros não utilizaram chocalhos para se aproximarem do lajedo (Tanque) onde os soldados estavam descansando e que pouco antes do ataque se depararam com um rebanho de bodes e cabras correndo assustadas, ainda segundo Labareda, provavelmente por conta da presença dos soldados. Alguns possivelmente dirão que Labareda pode ter distorcido a história, assim como fez com tantas outras que contou, mas por qual motivo ele esconderia um fato que em nada mudaria os rumos da história e que certamente engrandeceria ainda mais o feito realizado por ele e seus companheiros de cangaço?
Tenho a plena convicção de que as respostas para esses e alguns outros questionamentos históricos jamais obteremos... Mas quando usamos o bom senso e a inteligência conseguimos ao menos nos aproximar um pouco mais da verdade dos fatos, nesse caso, envolvendo as histórias e os personagens do cangaço.
Fica a incógnita.
Geraldo Antônio de Souza Júnior
No dia 24 de abril de 1931 Lampião e seu bando atacaram uma Força Policial Volante baiana comandada pelo Tenente Arsênio Alves de Souza. Os soldados foram atacados de surpresa enquanto descansavam próximo a um tanque (Lagoa do Mel) localizado na Fazenda Tanque do Touro que atualmente está anexada ao município baiano de Paulo Afonso.
No combate da Lagoa do Mel (Fazenda Tanque do Touro) foram mortos pelos cangaceiros, 13 soldados no local e outros três posteriormente, totalizando 16 baixas no efetivo da Força. O massacre não teve efeitos ainda maiores graças à ação rápida e eficaz do Tenente Arsênio Alves, que em meio aos tiros disparados pelos cangaceiros, conseguiu alcançar e disparar uma rajada da Metralhadora (Hotchkiss) contra os inimigos, afugentando-os por alguns instantes, dando assim tempo suficiente para que pudessem fugir do local. Ao ser disparado os tiros da metralhadora, que era algo novo para a época, um dos projéteis atingiu mortalmente Ezequiel Ferreira (Ponto Fino), pondo fim a vida do último irmão cangaceiro de Lampião. O Tenente Arsênio Alves antes de fugir retira uma das peças da metralhadora, deixando-a inutilizável.
Desde então uma versão que afirma que Lampião e seus homens teriam se utilizado de chocalhos de bodes para confundir os soldados e se aproximarem do local onde descansavam e atacá-los de surpresa, vem sendo repassada em livros, filmes, entre outros trabalhos sobre o gênero.
Agora fica a pergunta:
Teria realmente Lampião e seus comandados utilizado essa artimanha (Chocalhos) para se aproximarem dos soldados sem serem percebidos, quando na verdade o silêncio e o fator surpresa seriam a tática correta?
Vamos debater o assunto.
Vocês não acham que a utilização de chocalhos por parte dos cangaceiros teria ou poderia surtir um efeito contrário despertando a atenção da soldadesca em direção ao som emanado?
O fator surpresa sempre foi utilizado por Lampião no decorrer de sua vida contra seus inimigos. Porque nesse caso ele arriscaria chegar próximo ao inimigo que se encontrava fortemente armado, despertando sua atenção?
Outro fato interessante é que o ex-cangaceiro Ângelo Roque o “Labareda” afirmou em depoimento ao doutor Estácio de Lima, que a época era diretor do Instituto Médico Legal Dr. Nina Rodrigues em Salvador/BA, que os cangaceiros não utilizaram chocalhos para se aproximarem do lajedo (Tanque) onde os soldados estavam descansando e que pouco antes do ataque se depararam com um rebanho de bodes e cabras correndo assustadas, ainda segundo Labareda, provavelmente por conta da presença dos soldados. Alguns possivelmente dirão que Labareda pode ter distorcido a história, assim como fez com tantas outras que contou, mas por qual motivo ele esconderia um fato que em nada mudaria os rumos da história e que certamente engrandeceria ainda mais o feito realizado por ele e seus companheiros de cangaço?
Tenho a plena convicção de que as respostas para esses e alguns outros questionamentos históricos jamais obteremos... Mas quando usamos o bom senso e a inteligência conseguimos ao menos nos aproximar um pouco mais da verdade dos fatos, nesse caso, envolvendo as histórias e os personagens do cangaço.
Fica a incógnita.
Geraldo Antônio de Souza Júnior
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domingo, 12 de novembro de 2017
RESGATANDO A HISTÓRIA CANGACEIRA
Rubens Antônio
O incansável pesquisador e agora escritor Rubens Antônio, carioca enraizado na Bahia, vem ao longo dos anos fazendo um trabalho formidável ao que se refere ao resgate da história cangaceira, principalmente aquela ocorrida em solo baiano.
Histórias, fotografias e documentos tem sido localizados e trazidos ao conhecimento público graças aos seus esforços e dedicação às pesquisas e estudos sobre a saga cangaceira.
Entre seus inúmeros achados está uma fotografia do Tenente Arsênio Alves de Souza com dedicatória no verso e um broche (Fotos) feito em porcelana que pertenceu a uma de suas irmãs.
Tenente Arsênio Alves de Souza foi um dos mais importantes comandantes de Forças Policiais Volantes do estado da Bahia e um dos grandes perseguidores de Lampião e seus comandados na Bahia.
Para a infelicidade de Lampião, que sempre possuiu o desejo de possuir uma metralhadora, o Tenente Arsênio sem condições de conduzir a metralhadora retira uma de suas peças, deixando-a inutilizada.
Embora tenha sido morta uma grande quantidade de soldados durante o ataque, Lampião teve um dos mais duros golpes de toda a sua vida cangaceira, a morte de seu irmão caçula, Ezequiel Ferreira da Silva (Ezequiel Profeta dos Santos).
Esse combate ocorreu no dia 24 de abril de 1931, na Fazenda Tanque do Touro na Bahia (Lagoa do Mel).
Em breve o Professor/Historiador Rubens Antônio estará lançando o Livro CANGAÇO NA BAHIA que trará muito material e informações inéditas e exclusivas que contribuirão profundamente para o engrandecimento da história do cangaço na Bahia.
Vamos aguardar.
Geraldo Antônio de Souza Júnior
O incansável pesquisador e agora escritor Rubens Antônio, carioca enraizado na Bahia, vem ao longo dos anos fazendo um trabalho formidável ao que se refere ao resgate da história cangaceira, principalmente aquela ocorrida em solo baiano.
Histórias, fotografias e documentos tem sido localizados e trazidos ao conhecimento público graças aos seus esforços e dedicação às pesquisas e estudos sobre a saga cangaceira.
Entre seus inúmeros achados está uma fotografia do Tenente Arsênio Alves de Souza com dedicatória no verso e um broche (Fotos) feito em porcelana que pertenceu a uma de suas irmãs.
Tenente Arsênio Alves de Souza foi um dos mais importantes comandantes de Forças Policiais Volantes do estado da Bahia e um dos grandes perseguidores de Lampião e seus comandados na Bahia.
Uma história interessante que envolveu o então Tenente
Arsênio Alves de Souza foi quando Lampião e seus homens se aproximaram utilizando-se de chocalhos do local em que a tropa havia parado para descansar e tomar água em um lajedo. Quando todos os Soldados
estavam desprevenidos, Lampião e seus homens atacaram, matando muitos Soldados
já durante os primeiros disparos. A Volante foi praticamente dizimada e o
massacre não foi ainda maior, graças à rapidez do Tenente que conseguiu, mesmo em meio à fuzilaria, disparar a Metralhadora (Hotchkiss), afugentando os cangaceiros que atacavam ferozmente
a tropa. Durante o disparo da metralhadora, que era algo novo para a época, um
dos projéteis atingiu mortalmente Ezequiel Ferreira (Ponto Fino), pondo fim a
vida do irmão mais novo de Lampião.
Nesse combate foram mortos 16 soldados no campo de batalha e outros 03 fora do local.
Embora tenha sido morta uma grande quantidade de soldados durante o ataque, Lampião teve um dos mais duros golpes de toda a sua vida cangaceira, a morte de seu irmão caçula, Ezequiel Ferreira da Silva (Ezequiel Profeta dos Santos).
Esse combate ocorreu no dia 24 de abril de 1931, na Fazenda Tanque do Touro na Bahia (Lagoa do Mel).
Em breve o Professor/Historiador Rubens Antônio estará lançando o Livro CANGAÇO NA BAHIA que trará muito material e informações inéditas e exclusivas que contribuirão profundamente para o engrandecimento da história do cangaço na Bahia.
Vamos aguardar.
Geraldo Antônio de Souza Júnior
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| Rubens Antônio e a rara fotografia do Tenente Arsênio Alves de Souza |
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| Broche em porcelana pertencente à uma irmã do Tenente Arsênio Alves |
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| Arsênio Alves de Souza |
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