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sábado, 17 de fevereiro de 2018

CERTIDÃO DE ÓBITO DO NAZARENO ODILON NOGUEIRA DE SOUZA "ODILON FLOR".


Odilon Flor, para quem não conhece, foi um dos primeiros inimigos de Lampião e um dos mais respeitados pelo Rei do Cangaço, que sempre que podia, evitava os confrontos diretos contra sua Força Volante. Inclusive reconhecendo publicamente a valentia e destemor desse bravo combatente.

Odilon Flor (Odilon Nogueira de Souza) nasceu no estado de Pernambuco no dia 12 de janeiro de 1903 e faleceu na cidade de Itabuna no estado da Bahia no dia 07 de novembro de 1950, aos 47 anos de idade em decorrência de um câncer na garganta.

Levando em consideração os serviços prestados e os esforços que desempenhou em sua luta na persiga e repressão aos grupos cangaceiros sertão a fora, foi injustiçado pela Força Pública Policial da Bahia, sendo reformado simplesmente como 2º Sargento daquele estado.

Após a morte de seu irmão Idelfonso de Souza Ferraz “Idelfonso Flor” ocorrida no dia 14 de novembro de 1925 durante um combate contra Lampião e seu bando na localidade Chique-Chique nas proximidades da então cidade de Vila Bela (Atual Serra Talhada/PE), Odilon Flor passou a ter uma dívida de sangue com o cangaceiro-chefe, passando a partir de então a perseguir implacavelmente os bandos cangaceiros e em especial o liderado por Lampião.

O valor negado pela Força Pública Policial do estado baiano a Odilon Flor é atualmente compensado e reconhecido por quem estuda e pesquisa a sério o fenômeno cangaço. É inegável a importância de Odilon Flor ao que se refere ao combate ao cangaceirismo/banditismo nos sertões do Nordeste. Foi sem dúvida alguma um dos maiores perseguidores de Lampião e sua gente.

Um homem de extrema coragem que escreveu com glórias e honras o seu nome nas páginas da história cangaceira. Sua luta não foi em vão. Seu nome ecoará através das gerações e terá sempre o merecido reconhecimento por quem se interessa, com responsabilidade, pelo assunto.

Contemplem... Pois afinal não é todos os dias que temos a oportunidade de ver um documento como esse.

Cortesia: Odilon Nogueira



Geraldo Antônio De Souza Júnior 


Para melhor visualização cliquem sobre a imagem. 


domingo, 11 de fevereiro de 2018

VELÓRIO DO NAZARENO ODILON DE SOUZA NOGUEIRA "ODILON FLOR".

Odilon Flor foi um dos grandes e primeiros inimigos de Lampião. Dedicou grande parte de sua vida na persiga e repressão aos grupos cangaceiros sertão a fora.

Participou ativamente de vários combates contra Lampião e seus comandados. Sua valentia beirava os limites da loucura e era reconhecida pelo próprio Rei do Cangaço.

Uma das grandes frustrações de sua vida foi não ter eliminado o inimigo de longa data. Foi injustiçado e não teve o merecido reconhecimento por parte da Força Pública do estado da Bahia, da qual fazia parte a sua Volante, tendo sido reformado apenas como segundo Sargento da Policia do referido estado.

Odilon Nogueira de Souza “Odilon Flor” nasceu no estado de pernambuco no dia 12/01/1903 e faleceu na cidade de Itabuna na Bahia no dia 07/11/1950, vitimado por um câncer de garganta.

Esse foi o fim de um dos mais perigosos e temidos inimigos de Lampião. Um homem que dedicou grande parte de sua vida no combate ao banditismo/cangaceirismo, pelos sertões do Nordeste.

O fim de um bravo.

Fotografia gentilmente cedida por Hildegardo Luna Ferraz Nogueira.


Obs: Ao lado da cabeceira do caixão e de óculos escuro está Manoel de Souza Ferraz "Manoel Flor" irmão de Odilon Flor que também participou da campanha contra o cangaço. A senhora de vestido estampado e em pé olhando para o caixão é Emília Ferraz irmã de Odilon Flor. O garoto que aparece em primeiro plano na fotografia é o Carlos Nogueira de Souza filho do falecido.

Geraldo Antônio de Souza Júnior



sábado, 18 de novembro de 2017

MARIQUINHA, SOFREU (CHOFREU) E PÉ-DE-PEBA.

Mortos pela Volante baiana comandada pelo Nazareno Nazareno Odilon Flor, no dia 05 de abril de 1939.

Mariquinha era prima de Maria Bonita e companheira do cangaceiro Ângelo Roque, sendo uma das primeiras mulheres a ingressar no cangaço lampiônico.

Ambos eram pertencentes ao grupo cangaceiro liderado por Ângelo Roque o “Labareda”.

Geraldo Antônio de Souza Júnior